Como crianças
Tenho muitos sobrinhos, uma de sangue, alguns por parte do meu marido e váááários postiços, rs. Um deles é o João Vítor, de 3 anos. Dia desses, nós estávamos no aniversário da mãe dele e em algum momento ele passou a mão na minha barriga e disse: Samuel está nas nuvens..., eu disse: Isso mesmo, ele está lá no céu, está com Jesus. Ele deu um sorrisinho arteiro e saiu correndo para brincar...
Ah,se nós, em alguns aspectos da vida, ainda fôssemos com as crianças, né?! Tão naturais, tão simples e espontâneos... Aos olhos dele, o fato do Samuel não estar ali não pareceu nenhuma tragédia. Talvez ele saiba algo que a Fernanda adulta não saiba ou não se lembre, ele possui a tranquilidade de quem confia, mesmo sem entender direito ainda o que é confiar, mas confia em Deus. Samuel está no céu. O que poderia ser melhor para ele?!
Fico feliz de Deus usar até mesmo as crianças para nos ensinar a confiar Nele. João Vitor vira e mexe fala do Samuel, alguém que ele nunca viu, mas que para ele foi e é tão real. Com essa atitude, ele nos ensina que, enquanto muitos adultos, agem como se um bebê "não-nascido" ou "que ninguém viu" nunca tivesse existido, evaporou ou simplesmente ignoram a existência desse bebê e consequentemente ignoram a dor que os pais sentem no momento em que esse bebê se vai, ele nos ensina que esse bebê que seria um futuro amigo dele era e é bem vivo no seu pensamento e em suas recordações, ou seja, Samuel existiu sim!
Outra coisa que aprendo com o meu príncipe João Vitor é que, somos nós, adultos, que muitas vezes, complicamos as coisas e tendemos a nos apegar ao lado negativo das coisas que vivemos. Existe um certo alívio na inocência e leveza que as crianças carregam - em certos aspectos da nossa vida não deveríamos crescer nunca, não é mesmo?! Quando o João disse que Samuel está nas nuvens e voltou a brincar, foi como se me dissesse: tia Fefê (como ele
gosta de me chamar), eu sei que ele está bem, nas nuvens, no céu, com Jesus, então... eu posso voltar a brincar!
Ah, Joãozinho, amorzinho da titia, obrigada por mostrar para a titia que ela também pode confiar que o Samuel está bem e ela também já pode voltar a "brincar", ou seja, ela já pode voltar a sorrir!!!
Ah,se nós, em alguns aspectos da vida, ainda fôssemos com as crianças, né?! Tão naturais, tão simples e espontâneos... Aos olhos dele, o fato do Samuel não estar ali não pareceu nenhuma tragédia. Talvez ele saiba algo que a Fernanda adulta não saiba ou não se lembre, ele possui a tranquilidade de quem confia, mesmo sem entender direito ainda o que é confiar, mas confia em Deus. Samuel está no céu. O que poderia ser melhor para ele?!
Fico feliz de Deus usar até mesmo as crianças para nos ensinar a confiar Nele. João Vitor vira e mexe fala do Samuel, alguém que ele nunca viu, mas que para ele foi e é tão real. Com essa atitude, ele nos ensina que, enquanto muitos adultos, agem como se um bebê "não-nascido" ou "que ninguém viu" nunca tivesse existido, evaporou ou simplesmente ignoram a existência desse bebê e consequentemente ignoram a dor que os pais sentem no momento em que esse bebê se vai, ele nos ensina que esse bebê que seria um futuro amigo dele era e é bem vivo no seu pensamento e em suas recordações, ou seja, Samuel existiu sim!
Outra coisa que aprendo com o meu príncipe João Vitor é que, somos nós, adultos, que muitas vezes, complicamos as coisas e tendemos a nos apegar ao lado negativo das coisas que vivemos. Existe um certo alívio na inocência e leveza que as crianças carregam - em certos aspectos da nossa vida não deveríamos crescer nunca, não é mesmo?! Quando o João disse que Samuel está nas nuvens e voltou a brincar, foi como se me dissesse: tia Fefê (como ele
Ah, Joãozinho, amorzinho da titia, obrigada por mostrar para a titia que ela também pode confiar que o Samuel está bem e ela também já pode voltar a "brincar", ou seja, ela já pode voltar a sorrir!!!
Comentários
Postar um comentário